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Já viajou de cruzeiro no Brasil?

O que você fez nas escalas?

03/05/2017

Na minha opinião, a principal motivação para você optar por um cruzeiro convencional (esses feitos em navios grandes, que param por poucas horas em cidades que necessitariam vários dias de permanência para serem visitadas a contento) deve ser... o navio.

Embarque num cruzeirão pela vida a bordo: as atividades nonstop, a comida farta, a companhia dos amigos ou a curtição de fazer uma viagem só com a sua tribo (no caso de cruzeiros de nicho, em torno de um artista, ou para fazer ginástica, ou voltados para singles, ou ainda para o público GLS).

As escalas... bem, não supervalorize as escalas. Você vai ter pouco tempo em terra -- seis a oito horas, em média -- e vai precisar ser objetivo. O que eu costumo recomendar (de enxerido, porque não tenho experiência suficiente nesse tipo de cruzeiro) é evitar passeios complicados, tipo city-tour, que tiram você do navio apenas para trancafiar num outro veículo, o ônibus. Acho que vale mais a pena escolher um objetivo -- a praia mais bacana do pedaço, por exemplo -- e curtir o dia por lá. (Mas sei que estou pregando ao vento, porque é muito difícil convencer alguém que vai passar poucas horas numa cidade a não fazer o city-tour. Mas enfim...)

No entanto, esta não é a única decisão que precisa ser feita a cada escala. A dúvida que aparece mais é: pegar um passeio vendido pelo cruzeiro ou negociar com os taxistas no porto?

Eu tendo a simpatizar mais com a alternativa negociar-com-taxista, que proporcionaria um roteiro mais livre. Mas também ficaria com medo de ficar refém da situação: ou aceitar o que taxista pede, ou neca de passeio.

 

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